CLINICAND

LACAN, DELEUZE E GUATTARI: ESCRITAS QUE SE FALAM – por Analice de Lima Palombini

O presente artigo busca estabelecer as balizas para um trabalho de aproximação entre o pensamento de Lacan e o de Deleuze-Guattari, acompanhando as reverberações do que escrevem Deleuze e Guattari no texto lacaniano, e vice-versa, como escritas que se falam. A pesquisa considera que o debate mantido entre esses autores − mesmo quando não explicitado […]

A Escrita Rizomática – por Daniel Lins

  O rizoma faz o múltiplo, mais do que o anuncia. O fracasso de uma biologia que não fosse molecular, segundo Félix Guattari, em seu livro Revolução molecular, poderia encontrar na botânica os princípios de um rizomorfismo. [1] Em outras palavras, simultaneamente conexões, heterogeneidades, multiplicidades e assignificâncias, o rizoma em sua orfandade radical desenha uma literatura […]

FÉLIX GUATTARI: ENTREVISTA PARA TV GREGA (1992) – Trad. Santos

Entrevista realizada com Félix Guattari em 1992 para a série “Os Caminhos do Pensamento” da TV Grega, sob responsabilidade de Georges Veltos. Guattari discute nesta entrevista sobre Filosofia, Amizade, Movimentos Marginais, Ecosofia, Mídias, Subjetividade, Esquizofrenia, Os Anos de Inverno, Europa, Grécia e Depressão. Nos anos 1990 assistiu-se na Grécia o surgimento do canal público, sob […]

NIETZSCHE – 100 ANOS DE PAPO CABEÇA NO BRASIL, com Daniel Lins [VÍDEO]

Neste Café Fiolosófico, o filósofo e psicanalista Daniel Lins, trata da recepção de Nietzsche no Brasil numa exposição que nos leva desde a escola do Recife, em finais do século XIX, até a produção de alunos de hoje.  Ele faz uma interpretação da presença das ideias nietzschianas no movimento da tropicália, nas obras de Chico Buarque e […]

DELEUZE, OS MOVIMENTOS ABERRANTES: ENTREVISTA COM DAVID LAPOUJADE (2014)

Entrevista realizada em 2014 com o filósofo David Lapoujade na livraria Mollat em Bordeaux (FR) sobre seu livro \”Deleuze: Os Movimentos Aberrantes\” (ed. n-1, 2015). Sinopse do livro: David Lapoujade é um dos autores mais interessantes da nova safra de pensadores franceses. Professor da Sorbonne, ex-aluno e amigo pessoal de Gilles Deleuze, por muito tempo hesitou em […]

DAVID LAPOUJADE: CONVERSA SOBRE ESQUIZOANÁLISE

O filósofo francês David Lapoujade, 47, costuma lotar as salas de aula da Universidade de Paris 1 (Panthéon-Sorbonne) e desde que organizou o livro A Ilha Deserta (ed. Iluminuras, 128 págs.), uma coletânea de textos de seu ex-professor Gilles Deleuze (1925-1995), ganhou fama também fora da França. Em entrevista concedida por email à Folha, Lapoujade […]

Rasgar o caos: a filosofia como criação de conceitos – por Silvio Gallo

Rasgar o caos: a filosofia como criação de conceitos – por Silvio Gallo Em 1991 Deleuze publicou sua última grande obra, novamente escrita em parceria com Guattari. Trata-se de O que é a filosofia? Nesta densa obra, dedicam-se a pensar aquilo que, afirmam, só pode ser respondido na velhice, mesmo que a questão tenha sido […]

DO ÉDIPO AO ANTI-ÉDIPO: UMA CONTRIBUIÇÃO DA ESQUIZOANÁLISE PARA A CLÍNICA CONTEMPORÂNEA – por Lívia Machado Silva e Fernanda Canavêz Magalhães

DO ÉDIPO AO ANTI-ÉDIPO: UMA CONTRIBUIÇÃO DA ESQUIZOANÁLISE PARA A CLÍNICA CONTEMPORÂNEA – por Lívia Machado Silva e Fernanda Canavêz Magalhães O presente trabalho visa explorar alguns questionamentos endereçados pela abordagem esquizoanalítica à psicanálise. O objetivo é enaltecer as críticas que a esquizoanálise aponta a partir de uma determinada leitura da psicanálise, de modo que […]

PARA ALÉM DE ÉDIPO – por Vladimir Safatle

  Há 40 anos, as livrarias francesas recebiam “O Anti-Édipo”, de Gilles Deleuze e Félix Guattari. Provavelmente, nenhum outro livro conseguiu sintetizar tão bem as expectativas libertárias do Maio de 68, com suas demandas de reinvenção de nossas formas de vida. No entanto dificilmente encontraremos na história da filosofia contemporânea um livro, ao mesmo tempo, […]

O PODER na clínica e a POTÊNCIA da clínica psi – por Esquizografias

Uma das maiores e mais relevantes contribuições de Michel Foucault foi modificar o conceito de poder do campo da forma, da representação, da instituição para o nível das relações de forças. Inclusive aprendemos com os institucionalistas que uma instituição ao invés dessa concepção estrutural, do lugar físico, é uma relação/contradição de forças, normas, lógicas, discursos, afetos […]