FOUCAULT: SEXO, PODER E A POLÍTICA DA IDENTIDADE (1982) [ENTREVISTA]
— Você sugere em seus livros que a liberação sexual não é tanto o colocar em jogo as verdades secretas sobre si mesmo ou sobre seu desejo quanto um elemento do processo de definição e construção do desejo. Quais são as implicações práticas desta distinção? Foucault — O que eu gostaria de dizer é que, em […]
Não há clínica\’s esquizo que visem produzir autoconhecimento, ou busca de si-mesmo – por Esquizografias
Não há de forma alguma nas clínicas esquizo a lógica do buscar a si mesmo, como se vê no marketing das clínicas psi. Não há um Eu perdido a ser encontrado, na lógica de uma congruência, de uma autenticidade, como dizem os humanistas ou quaisquer clínicas da identidade. A identidade sequer existe tal qual é […]
Para-que-serve-o-nosso-saber? – por Esquizografias
Para que serve o seu saber? Para quem serve o seu saber-poder? Você tem resistido às suas amarras egóicas do suposto-saber? Questionamentos muito caros, um pouco raros, sobretudo no contexto da biopolítica contemporânea que vivemos. Onde viver denota um sobreviver, uma sub-vida que se repete em massa como forma maior dos interesses do enfraquecimento da […]
HISTÓRIA DA TECNOSSEXUALIDADE – por Paul B. Preciado
A descontinuidade da história, do corpo, do poder: Foucault descreve as transformações da sociedade europeia do final do século XVIII, a partir do que ele chama de uma \”uma sociedade soberana\” para uma \”sociedade disciplinadora\”, o que vê como o deslocamento de uma forma de poder que decide e ritualiza a morte para uma nova […]
Para devir, é preciso desrostificar – por Esquizografias
Para devir, é preciso desrostificarTer sua identidade dilacerada em nome de uma multipliSIdadeHabitar uma zona de indiscernibilidade entre dentro-fora, eu-outro, individual-coletivoFazer do corpo uma vizinhança com os outramentos molecularesÀs vezes é preciso destruir o que nos aprisiona à ilusão do EUÀs vezes é preciso abrir os poros às ventaniações que os encontros produzemFazer da multipliSIdade […]
A subjetividade como produto: a máquina capitalística e a axiomatização dos fluxos – por Esquizografias
O produto mais importante da máquina capitalística é a subjetividade Diferentemente do que pensam muitos, o produto mais relevante das máquinas capitalísticas não é o capital e sim a subjetividade. De já, é preciso demarcar que a concepção de subjetividade adotada aqui é pensada por autores como Foucault, Deleuze e Guattari que recusam todas noções […]