FÉLIX GUATTARI: ENTREVISTA SOBRE \”O ANTI-ÉDIPO\” (1987)
Em abril de 1987, Félix Guattari foi entrevistado por um canal de TV francesa para falar acerca de seu trabalho com Gilles Deleuze em “O Anti-Édipo” (1972) e a ruptura com a ortodoxia freudiana. Guattari nos lembra que muitos outros realizaram um deslocamento de um certo tipo de psicanálise, até mesmo Lacan. Enfatiza que não […]
Maquinando Lacan: uma análise dos usos que Deleuze e Guattari fazem do ensino lacaniano em O Anti-Édipo – por Wagner Honorato Dutra e Luís Flávio Silva Couto
Maquinando Lacan: uma análise dos usos que Deleuze e Guattari fazem do ensino lacaniano em O Anti-Édipo – por Wagner Honorato Dutra e Luís Flávio Silva Couto RITMOS DE UMA ESCRITA RIZOFORME¹ A primeira referência a Lacan aparece na seção I.4.3 intitulada O real e a produção desejante: sínteses passivas. Deleuze e Guattari identificam no […]
Gilles Deleuze ENTREVISTA a Toni Negri (1990)
Toni Negri (T.N.): Em sua vida intelectual parece que o problema do político sempre esteve presente. A participação nos movimentos (prisões, homossexuais, autonomia italiana, palestinos), por um lado, e a problematização constante das instituições, por outro, se sucedem e se entremeiam em sua obra, desde o livro sobre Hume até esse sobre Foucault. De onde […]
GILLES DELEUZE: O ANTI-ÉDIPO E OUTRAS REFLEXÕES [AULA – 1980]
O texto corresponde à primeira parte de uma aula intitulada O Anti-Édipo e outras Reflexões [Anti-oedipe et autres reflexions], ministrada por Gilles Deleuze (1925-1995), de maio a junho de 1980, em Vincennes. Esta aula foi dividida em três partes (27 de maio de 1980). Abaixo a tradução das duas primeiras partes, por Leonardo Francisco Amaral […]
Desejo, Inconsciente e Agenciamento – por Gilles Deleuze
D de Desejo Claire Parnet (CP): D de Desejo. Tudo o que sempre quiseram saber sobre o desejo. Primeira lição: Só se pode desejar em um conjunto. Então, sempre se deseja um todo. Vamos passar a D. Para D, preciso de meus papéis, pois vou ler o que há no Petit Larousse Illustré, em “Deleuze”, […]
O ANTI-ÉDIPO: UMA INTRODUÇÃO À VIDA NÃO FASCISTA – Michel Foucault
Entre os anos 1945 e 1965 (penso na Europa), havia certa maneira correta de pensar, certo estilo de discurso político, certa ética do intelectual. Era preciso ser íntimo de Marx, não deixar os sonhos vagarem longe demais de Freud, e tratar os sistemas de signos – o significante – com o maior respeito. Tais eram […]